Notas íntimas arbitrárias

Desenhos. Dimensões variadas / 2018.

Exposição na Biblioteca Cajuí. Goiás/GO​

Desde sempre tenho o hábito de carregar um caderno sem pauta pra tudo que é canto. Serve de agenda, diário, suporte pra rabiscar. É o que há de mais imediato entre minha cabeça e minha mão, sem pretensão de ser algo além de anotações e rabiscos. Decidi mergulhar em dez desses cadernos (e consequentemente rever minha trajetória) e arrancar algumas folhas pra entregá-las ao mundo. É como arrancar uma parte do meu corpo e pregá-lo na parede, transformando meu mundo privado em público e minha intimidade em arte. Rabisquei em aulas, reuniões, conversas, viagens e restaurantes fazendo do ritual íntimo uma manifestação coletiva.